Como prefere receber
Investiga quais canais tornam reconhecimento, atenção e cuidado mais perceptíveis para a pessoa.
O ELO da Mapeyo organiza preferências relacionais em cinco dimensões para apoiar conversas mais claras sobre reconhecimento, presença, cuidado e conexão, sem reduzir a pessoa a um rótulo.
Receber × Expressar
Estrutura ilustrativa. As barras não representam pessoa, score, percentual ou classificação real.
Perceber cuidado e demonstrá-lo são movimentos relacionados, mas nem sempre acontecem pelo mesmo canal. O relatório ajuda a nomear essa diferença para substituir suposição por conversa.
Investiga quais canais tornam reconhecimento, atenção e cuidado mais perceptíveis para a pessoa.
Observa os canais usados com mais naturalidade para mostrar consideração e presença nas relações.
As dimensões ampliam o vocabulário da conversa. Nenhuma é superior, universal ou suficiente para explicar uma relação.
Expressões verbais ou escritas de reconhecimento, gratidão e apreço genuíno.
Atenção plena e intencional, com disponibilidade para escutar e compartilhar tempo sem distrações.
Ações práticas que demonstram consideração ao reconhecer necessidades e oferecer apoio concreto.
Objetos ou experiências escolhidos com intenção pessoal, em que o significado importa mais do que o valor material.
Proximidade e contato físico respeitosos, apropriados ao contexto e sempre orientados por consentimento.
O relatório compara as duas direções em cada dimensão. A distância não é falha, incompatibilidade ou ausência de cuidado.
A diferença orienta investigação e conversa. Ela não representa qualidade da relação, compatibilidade ou adequação entre pessoas.
O gap é uma hipótese sobre onde uma demonstração pode não ser reconhecida ou uma necessidade pode permanecer implícita. Seu valor está em orientar diálogo e observação.
A entrega combina leitura individual, comparação entre canais, orientações de adaptação e perguntas para reflexão.
Apresenta as cinco dimensões e compara, em conjunto, preferências para receber e demonstrar cuidado.
Sintetiza a combinação em destaque como uma narrativa de reflexão, sem transformar o resultado em identidade fixa.
Aprofunda cada canal e organiza a leitura de recepção e expressão em linguagem acessível.
Evidencia diferenças entre o que a pessoa tende a esperar e o que costuma oferecer, criando perguntas para diálogo.
Reúne fatores de autoconhecimento relacional e orientações para pedir, reconhecer e adaptar com mais clareza.
Propõe microações para sete dias e perguntas que ajudam a observar experiências reais nas relações.
O relatório organiza fatores relacionados à clareza, flexibilidade, interpretação, regulação e comunicação. Eles orientam reflexão; não comprovam maturidade emocional.
Convida a nomear necessidades, expectativas e sinais emocionais percebidos nas relações.
Ajuda a refletir sobre a disposição para reconhecer e utilizar canais diferentes dos preferidos.
Organiza perguntas sobre como a intenção do outro é percebida antes de conclusões precipitadas.
Apoia a observação de respostas emocionais e escolhas possíveis em situações relacionais exigentes.
Direciona a reflexão para pedidos claros, escuta e conversas que substituem expectativas silenciosas.
As orientações conectam recepção e expressão para ajudar a formular pedidos, perceber intenções e ampliar repertórios com respeito.
Transformar uma expectativa implícita em um pedido específico, respeitoso e contextualizado.
Observar a intenção presente em palavras, atenção, ações, símbolos ou proximidade, mesmo quando o canal não é o preferido.
Ampliar o repertório de expressão sem apagar limites, acordos ou a autenticidade de quem participa da relação.
O relatório transforma a leitura em uma sequência curta de experimentos relacionais. As ações finais são personalizadas conforme o resultado.
Observar uma demonstração de cuidado que poderia passar despercebida.
Retomar uma memória compartilhada em uma conversa significativa.
Registrar preferências e limites importantes em relações próximas.
Distinguir intenção, formato e impacto de um gesto recebido.
Planejar uma ação simples a partir de algo relevante para outra pessoa.
Fazer um pedido claro, sem pressupor que o outro já deveria saber.
Revisar o que funcionou e escolher uma prática para continuar.
O ELO trata de informações relacionais sensíveis. Aplicação, devolutiva e compartilhamento exigem finalidade adequada, consentimento e privacidade.
O acesso ao relatório deve ficar limitado à pessoa respondente e ao contexto explicitamente autorizado. Informações individuais não devem circular como justificativa para tratamento desigual.
O ELO pode oferecer um vocabulário comum quando a participação é voluntária e o resultado é tratado como hipótese relacional.
Apoiar pedidos mais claros e conversas sobre como reconhecimento e cuidado são percebidos.
Refletir sobre convivência e reconhecimento sem converter preferências em avaliação de pessoas.
Experimentar novas formas de perceber e demonstrar cuidado, com revisão a partir da experiência.
Para ampliar a conversa sobre emoções no trabalho, conheça também o assessment de Inteligência Emocional.
Respostas sobre dimensões, gap relacional, possibilidades de uso e limites responsáveis.
O ELO — Mapa de Conexão Afetiva é um instrumento de autoconhecimento que organiza preferências para receber e demonstrar cuidado em cinco dimensões relacionais.
Palavras de Valorização, Presença de Qualidade, Gestos de Cuidado, Presentes Simbólicos e Contato e Presença Física.
Significa que o canal mais sensível para perceber cuidado pode não ser o mesmo usado com mais naturalidade para demonstrá-lo. A diferença orienta perguntas e diálogo, não uma conclusão sobre a relação.
É a diferença observada entre preferências de recepção e expressão. O relatório usa essa leitura para ajudar a tornar expectativas mais claras e reconhecer demonstrações que poderiam passar despercebidas.
Não. O resultado descreve tendências declaradas nas respostas e precisa ser lido com contexto, experiências, acordos e mudanças ao longo do tempo.
Pode apoiar conversas voluntárias sobre reconhecimento, comunicação e convivência, desde que haja finalidade clara, consentimento, privacidade e cuidado para não expor ou rotular pessoas.
Não. O relatório não deve ser usado para seleção, triagem, ranking ou decisão profissional isolada.
Não. É um mapa de preferências relacionais para reflexão e diálogo, não diagnóstico, terapia ou aconselhamento clínico.
Veja como a aplicação, o relatório individual e as orientações de uso responsável podem apoiar conversas relacionais com mais clareza.
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